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8 de janeiro de 2013

Deu na CNN - `"Putas de Minas Gerais terão aulas de inglês para a Copa de 2014"



Com informações da Folha de São Paulo

A emissora americana CNN publicou hoje em sua página na internet uma matéria destacando as aulas de inglês que serão oferecidas gratuitamente para “primas” de Belo Horizonte para receberem turistas durante a Copa 2014.

Ontem(07) a Folha já havia publicada em sua edição a criação do curso.

A reportagem publicada na CNN lembra que prostituição não é crime no Brasil, apesar de exploração sexual ser (deves ser por isso que o país é uma putaria só). Até o momento, 20 prostitutas já estão inscritas para o curso de idioma, mas Dona Cida Vieira, 46, presidente da Associação de Putas (desculpe de novo, se diz “Prostitutas”) de Minas Gerais, aponta que a expectativa é que o número chegue a 300.

"Inglês será muito importante para se comunicar com os clientes durante a Copa", disse Dona Cida à CNN. "Elas vão ter que aprender a fazer acordos financeiros e usar um vocabulário especializado com palavras sensuais e fetiches", acrescenta ela na publicação.

Belo Horizonte vai sediar jogos de futebol não só para a Copa do Mundo de 2014, mas também para a Copa das Confederações, em junho de 2013.


Prostitutas terão aulas de inglês para a Copa de 2014



Com informações da Folha de São Paulo
Alpino - Folha de São Paulo
A ideia é ensinar o básico. "Fruits" (frutas), por exemplo. Mas o "vocabulário técnico", como "condom" (preservativo), também estará presente em aulas de inglês que prostitutas de Belo Horizonte terão para receber os turistas na Copa de 2014.

"Elas vão aprender frutas, verduras, legumes. Mas algumas palavras a gente pode trabalhar mais, no sexo, no fetiche", diz Dona Cida Vieira, 46, presidente da Associação de Putas, ou melhor de Prostitutas, de Minas Gerais (APMN).
Cerca de 20 putas (quis dizer, profissional do sexo) já se inscreveram para participar do curso gratuito, organizado pela instituição. A expectativa da Dona Cida é que até 300 das 4.000 associadas frequentem as aulas até o final do ano.

As classes de idiomas já têm local para acontecer: uma sala cedida pela Associação dos Amigos da Rua Guaicurus (zona de putaria de Belo Horizonte).

VOLUNTÁRIOS
O grupo busca professores voluntários. A vice-presidente da APMN, Laura do Espírito Santo, 54 (mas "colocando muita menina de 20 no chinelo"), diz que a associação já conta com psicólogos e médicos voluntários, o que a faz acreditar que não haverá dificuldade.
Se for preciso, porém, serão contratados profissionais. Fica a dica para quem quiser fazer um bico na putaria.

A ideia é que o curso dure entre seis e oito meses (sem a frescura do gozou, acabou) e que as primeiras turmas tenham início até março. A associação planeja ainda aulas de francês e italiano (deveriam antes dar aulas da língua portuguesa).

QUALQUER PROFISSÃO
Para Pollyana Temponi, 27, "profissional do sexo há três", o inglês vai servir para negociar preço e combinar como vai ser o programa com o cliente. Nem só por esses motivos, mas por ela poder gritar “Oh My God”, 
sabendo o significado.

"Hoje em dia em qualquer profissão você tem que saber inglês", diz.

Outras sonham mais alto: "Vou fazer o curso porque a única coisa que sei falar hoje é 'I love you'. É inglês, né? Te amo? Isso fica difícil falar. Mas talvez, quem sabe? Posso me apaixonar", diz a prostituta C., 54, que não quis ter seu nome divulgado. Provavelmente essa não coloca muita garotas de 20 no chinelo.

Cerca de 8 casos de violência contra homossexuais por dia são registrado no Disque 100


Com informações do Conselho Regional de Serviço Social – CRESS 11ª Região/PR

De janeiro a novembro de 2012, o Disque 100, serviço telefônico da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH), recebeu 2.830 denúncias de violência contra a população LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e transgêneros). O serviço recebe, em média, oito denúncias por dia.

No entanto, ressalta o presidente da Associação da Parada do Orgulho LGBT de São Paulo, Fernando Quaresma, o número de denúncias está longe de representar o que acontece na realidade. “Não é um número real. É um número elevado, mas não é real, porque não engloba pessoas que não conseguem assumir a sexualidade e que sofrem com a homofobia, nem casos de homicídio em que as famílias não assumem que a pessoa morta era LGBT. Há muitos outros casos que não entram na estatística que é feita. O número de casos é muito maior”, disse Quaresma, em entrevista à Agência Brasil.

O Relatório sobre Violência Homofóbica no Brasil, divulgado pela SDH, informou que, de janeiro a dezembro do ano passado, 6.809 violações de direitos humanos foram relatadas ao Disque 100, à Central de Atendimento à Mulher e à Ouvidoria do Sistema Único de Saúde (SUS). Segundo a secretaria, tais violações envolveram 1.713 pessoas, o que deu uma média de 3,97 violações por vítima. Só o Disque 100 recebeu 4.614 denúncias de homofobia em 2011.
A própria secretaria reconhece que as notificações não correspondem à totalidade dos casos de violência homofóbica, já que muitos deles não são denunciados.

A delegada Margarete Barreto destaca que a violência homofóbica ocorre em toda parte, embora seja mais frequente na rua e no trabalho. A titular da Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância, aponta o xingamento como o tipo mais comum de violência contra a população LGBT. Para a delegada Margarete, uma forma de evitar a violência homofóbica seria discutir “a fundo” a questão do preconceito. “É importante investir em políticas públicas preventivas”.

CRESS/PR enfatiza que trata-se de apenas uma dos segmentos sociais que tem constantemente seus direitos violados. O CRESS/PR participa da campanha “Sem Movimento não Há Liberdade” do conjunto CFESS-CRESS, procurando evidenciar que toda violação de direitos é violência. A orientação é que a categoria deva se envolver com a agenda dos movimentos sociais, participando efetivamente dos movimentos e compondo suas ações e ultrapassando o discurso de apoio e efetivamente participar das lutas. Da mesma forma o CRESS/PR sugere que as lideranças de movimentos sociais somem-se à campanha para fazer parte da luta coletiva.



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