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26 de novembro de 2012

Saiba o tratamento para convulsão sexual


Com informações de Marilandes R. Braga, psicóloga e terapeuta sexual, membro da Sociedade Brasileira de Estudos da Sexualidade Humana


Há alguns anos, a Organização Mundial de Saúde (OMS) reconheceu a compulsividade em relação ao sexo como doença, rotulando como impulso sexual excessivo. 

A hipererosia ou compulsividade em relação ao sexo é uma doença altamente depressiva, capaz de comprometer o indivíduo como um todo, seu trabalho, sua vida familiar, social e afetiva. 

Na compulsão existe necessidade repetitiva de realizar atos sexuais. A pessoa não tem limites para suas fantasias sexuais. A atividade sexual passa a dominar as atividades da vida diária e acarreta prejuízos, ou seja, a pessoa perde o controle do impulso sexual, sente uma constante necessidade de buscar sexo. 


Dez questões para elas que querem casar



Com informações de Tempo de Mulher
Com exceção do papel assinado, morar junto com o namorado é uma decisão idêntica ao casamento, que exige a mesma maturidade e comprometimento com a relação. Mesmo que um já conheça os hábitos do outro, as manias e virtudes, sempre rolam algumas dúvidas na hora de "juntar as escovas". Afinal, não é fácil sair da zona de conforto na casa dos pais e encarar uma vida a dois. No caso de quem tem autonomia (mora sozinho), a complicação é ter que dividir o teto (e as opiniões próprias) com o outro. É por essas e outras que uma mudança tão grande no seu estilo de vida exige tato e cuidados, caso contrário o sonho pode virar um desastre. Para a psicóloga e terapeuta de casal Marina Vasconcellos, é nesse aceitar e conviver com as diferenças do outro que a relação pode não engrenar.

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