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6 de fevereiro de 2012

Mulheres preferem a depilação total



Com informações da Folha.com
Apesar das controvérsias que existem sobre o assunto, as mulheres parecem ter resolvido a polêmica: pelos pubianos melhor não tê-los. Pelo menos este é o pensamento da maioria das mulheres mais jovens, segundo uma pesquisa com 2.451 americanas realizada pela Universidade de Indiana e pelo Instituto Kinsey para Estudos sobre Sexo, Gênero e Reprodução.

Veja os principais resultados da pesquisa:
1. Quanto mais jovens as mulheres (18 a 24 anos), maior a prevalência da remoção total ou parcial de pelos pubianos (87,7% das entrevistadas). No grupo com mais de 50 anos, 51,7% declararam não ter arrancado um só fio no mês anterior.

2. Mulheres que removeram todos os seus pelos pubianos pelo menos uma vez nos 30 dias anteriores tinham maior probabilidade de ter observado seus genitais no mesmo período.

3. E em que grupo se encontraram as mulheres mais confiantes em relação a sua imagem genital? Pois é. Entre as que fizeram a depilação íntima total ou parcial.

4. Por fim, as "peladas" reportaram índices de satisfação sexual significantemente maior do que suas colegas "cabeludas".


Segundo vários estudos científicos, foram as migrantes brasileiras que, trabalhando como esteticistas, levaram a moda da depilação pubiana para os EUA na última década. A prática no Brasil existe desde o advento do biquíni cavadão.

De acordo com as depiladoras, atualmente as meninas pedem a depilação ampla, total e irrestrita, deixando de lado a moda da faixinha de pelos no meio (parte que não aparecia mesmo usando biquíni). Apesar do procedimento ser caro e dolorido, a maioria das meninas com idade abaixo dos 30 anos estão optando pelo depilação total, revelou a depiladora paulista Reny Ryan, 58, há 35 anos vivendo em San Francisco, Costa Oeste americana.

Para os contrários a radicalização na depilação, a nova moda é um sintoma da clássica sujeição feminina aos homens, que estão convertidos à causa da depilação delas. Mas há quem diga que rebata a opinião perguntando porque então na pesquisa americana aponta que 80% das heterossexuais; 86% das bissexuais e 74% das lésbicas se declarem total ou parcialmente depiladas,.

Para a Ryan, essas mulheres percebem uma parte do corpo que nunca antes tinham visto. "Muitas surpreendem-se com a delicadeza da pele lisa e com sua própria aparência. Saem daqui com a disposição de comprar uma calcinha sexy", diz Reny, autora do livro "Confissões de uma Depiladora Brasileira nos Estados Unidos" (Matrix, 151 págs.). Segundo a pesquisa americana, parece haver uma correlação direta entre depilação e sexo oral.

Assim como há especialistas contrários como a dermatologista Mônica Aribi, que diz que "pelos protegem a região vaginal contra a invasão de bactérias e ajudam a manter a temperatura e o pH ideais para a região". Também há médicos que defendem a depilação hoje em dia sem prejuízos. Segundo a ginecologista Rosa Maria Neme, diretora do Centro de Endometriose São Paulo, há recursos atualmente, como os sabonetes íntimos, que reduzem os riscos de infecção feminina, mesmo após a depilação.

Especialistas são categóricos em afirmar que a depilação com cera oferece um conforto maior para a mulher. O importante é escolher um local com alto padrão de higienização, sem reciclagem da cera. O único impedimento é o uso de cera reciclada. Ela pode expor a mulher ao risco de contrair uma foliculite, inflamação do folículo piloso.

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