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29 de janeiro de 2012

Rita Lee é presa no ultimo show



Com informações de Contigo

A cantora Rita Lee foi levada à Delegacia Plantonista de Aracaju na madrugada de hoje, após seu show de despedida, em Sergipe. Ela se apresentava no Festival de Verão do Estado na cidade de Barra dos Coqueiros, a 2 km da capital (Aracaju).

Por volta das 3h da manhã, a cantora avisou em seu Twitter sobre a ação da Polícia Militar (PM). "Polícia dando trabalho p/ mim, quer me prender, embasamento legal ñ há, ñ retiro uma palavra do q disse, o show era meu! [sic]".

Em seguida, ela reclamou da ação da Polícia Militar. "Alô twittlawyers, polícia abusiva e abusada, não sou obrigada a fazer o q me pedem: ir à delegacia agora, ou amanhã às 9. Último show e ela vai presa? Não poderia ser mais la cantante, afff [sic]".

A cantora também informou sobre sua ida à delegacia pelo microblog. "Tô indo p/ a delegacia...a polícia d Aju ñ gosta d mim mas Sergipe gosta, estou dentro do carro, eles estaaoentravv [sic]"

Por fim, na manhã de hoje, a cantora agradeceu à vereadora Heloísa Helena, de Maceió (AL), por prestar depoimento. "Sôlta graças à vereadora Heloísa Helena q estava na platéia e prestou idêntica versão <3 [sic]"

A confusão teria começado após Rita Lee ficar incomodada com a atuação dos policiais que abordavam as pessoas que fumavam maconha na plateia.

Segundo o assessor de imprensa da Secretaria de Segurança Pública de Sergipe, Lucas Rosário, que estava presente no show, Rita Lee chamou os policiais de "cachorros" e "filhos da puta".

"Faltando cerca de 40 minutos para acabar o show, Rita Lee começou a se dirigir aos policiais", disse Lucas. "Ela dizia que o show era dela e, em um determinado momento, ela disse: ''Me dê um baseado para eu fumar aqui em cima''".

O assessor ainda contou que a polícia se aproximou do palco formando um cordão, mas que ela só foi abordada após o término do show.

Rita Lee foi enquadrada no crime de "desacato e apologia ao crime ou ao criminoso" art. 287 do Código Penal.

A redação do jornal O Estado de S. Paulo tentou entrar em contato com a assessoria de imprensa da cantora, mas não houve resposta.




Rita Lee continuou suas queixas, dizendo ter “paranoia” do tipo de ação que a polícia estava realizando no local do show. “Por quê? Eu queria saber. Cadê por escrito que vocês têm que fazer isso? Cavalaria aqui não. Não vou esperar, esse show é meu. As pessoas estão esperando eu cantar, não vocês. Seus filhos da p***, agora vem me prender! Por causa de um baseadinho, é isso? Cadê o baseadinho para eu fumar aqui agora?", reclamou a cantora.

Através de seu Twitter, Rita Lee contou que foi solta graças ao testemunho da ex-senadora e hoje vereadora de Maceió, Heloisa Helena (PSOL). “Temos registros da visão privilegiada do palco. Sôlta graças à vereadora Heloísa Helena que estava na plateia e prestou idêntica versão”, escreveu a cantora.

Segundo o jornal Folha de S. Paulo, a ocorrência contra Rita Lee foi registrada como "desacato e apologia ao crime ou ao criminoso (art. 287 do Código Penal)". No boletim, a cantora disse que "todo o ocorrido se deu como uma reação emocional, provocada pela ação truculenta desnecessária". (BD)



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