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7 de janeiro de 2012

Meu Deus! Se elas tiverem orgasmo igual no sapatinho de fogo (...)


Estou acompanhando uns “irmãos” nuns cultos que eles andam fazendo. É sim, desses cultos que o povo grita, você não entende nada, além do berreiro, o som é ensurdecedor e as irmãs tem aquela frescura que muitos chamam de sapatinho de fogo.

Ah, antes que me pergunte que raio é este de sapatinho de fogo, posso só dizer, pelo que sei, que é quando a pessoa começa a mexer os pés e pula ou fica “sapateando”, mais ou menos isto, pelo que sei e observei. Em minha opinião é mais uma, ou melhor, não passa de frescura.

Mas não vou me ater aos delírios e sapatinhos de fogo, só que pela bagagem cultural e religiosa que herdei, me faz não levar muito a sério esse tipo de manifestação religiosa, se assim possamos dizer. Pelo pouco que andei “estudando” e observando sobre religião, para falar com Deus ou mostrar que estar feliz perante Ele, não precisa, necessariamente, ficar pulando, gritando ou repetindo uma determinada palavra milhares de vezes.

Neste momento, não aguentei e estou postando agora, quero compartilhar duma pequena observação no qual venho tendo durante os cultos que presencio. Fico pasmo quando entro numa igreja, ou saimento religioso, e as pessoas num ritual sem nexo e aparentando forçado, ficam querendo mostrar que estão em transe, ou cheias do “Espírito Santo”.

A minha, humildade e sincera, opinião sobre tudo isto é que isto não passa de um espetáculo a parte. Por exemplo, tem gente que mal começa o culto e já manifesta um “espírito” de gritaria e mexeção de braços, pernas e bundas. Outras começam a repetir “Glória Deus”, “Aleluia” ou “Aleluias”, “É verdade meu Pai”, “Oh Meu Deus” e por aí vai. (vou fazer um post sobre isto)

Bem, o que eu quero mesmo dizer que ao observar determinadas mulheres fiquei imaginando elas transando, fazendo amor, sexo, trepando, copulando ou algo do gênero. Sim, nada de pornográfico e obsceno, pois mais obsceno do que as tremidinhas de bundas que elas dão, e que bundas, diga-se de passagem, não existem.

Eu pensei nisto, por que se elas gemem, gritam, esperneiam, e fazem todo aquele show, imaginam quando elas têm algo que realmente lhe dão prazer. Ou se elas fingem o orgasmo, se bem que pelo “fogo” que elas têm, elas não fingem não, gozam mesmo.

Mês passado, estive numa igreja que a irmã se contorcia toda e depois rebolava, pisava duro e dava uns gritinhos, até eróticos, para mim, nada de religioso ou que estava possuída pelo “Espírito Santo”, podia ser qualquer outra coisa, menos espiritualidade. Ontem, umas irmãs, gemiam e gritavam, numa forma também, digamos erótica. Observei bem, e por estas e outras que fiquei imaginando essas mulheres cheias de “fogo” metendo com vontade.

Por enquanto é isso. Durante este final de semana compartilharei dos meus pensamentos e do que acho de tudo isto. Não sou contra alegrias, espontaneidade, repito espontaneidade, e manifestações religiosas, mas não posso aceitar que para falar com Deus necessite de tanta “Alegria”. Tudo isto que penso, repetirei mais uma vez – só para não ficar nenhuma duvida – vem da bagagem cultural e religiosa que herdei, mais o que busquei em saber. Quaisquer coisas não reclamem comigo, falam direto com a Dona Ruth, pois foi ela que me fez assim.     

Logo mais disponibilizarei alguns vídeos, nos quais vocês poderão tirarem suas próprias conclusões.

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